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*Todo o lucro com a venda do livro "O esírito da floresta" será doado para a Hutukara, associação presidida por Davi Kopenawa e que atua há mais de 18 anos na garantia de direitos do povo Yanomami. Para conhecer mais sobre a Hutukara, acesse: http://hutukara.org.

 

Lançamento no Brasil: 24/03/2023.

 

Com a publicação de A queda do céu, Davi Kopenawa e Bruce Albert empreenderam uma verdadeira revolução, cujo impacto pode ser sentido até hoje. Os autores tiveram também uma considerável contribuição nas grandes transformações do pensamento ecológico contemporâneo, que descontruiu o conceito de Natureza e já não mais distingue povos humanos e não humanos.
Produzida entre 2000 e 2020 por ocasião de várias exposições realizadas em Paris pela Fundação Cartier, conjuntamente com os habitantes da casa coletiva yanomami de Watoriki (a serra do Vento), a presente coletânea reúne uma vasta trama de reflexões e diálogos que, a partir do saber xamânico dos Yanomami, evoca, sob diversas perspectivas, as imagens e os sons da floresta, a complexidade de sua biodiversidade e as implicações trágicas de sua destruição.

O ESPÍRITO DA FLORESTA, Bruce Albert e Davi Kopenawa

SKU: 9786559214983
C$18,00Preço
Previsão de envio: 30/04/2023

DAVI KOPENAWA nasceu por volta de 1956, na comunidade de Mõra mahi araopë (região do rio Toototobi), no extremo norte do Amazonas. É presidente fundador da associação Hutukara, que representa a maioria dos Yanomami no Brasil. Foi condecorado, entre muitos outros títulos e distinções nacionais e internacionais, com a Ordem do Mérito do Ministério da Cultura (2015). É membro da Academia Brasileira de Ciências (2021) e, com Bruce Albert, coautor de A queda do céu (Companhia das Letras, 2015), traduzido para sete idiomas.

BRUCE ALBERT nasceu em 1952, no Marrocos. Antropólogo francês, participou em 1978 da fundação da ONG Comissão Pró-Yanomami, em que conduziu com Davi Kopenawa, Claudia Andujar e Carlo Zacquini uma campanha nacional e internacional até obter, em 1992, a homologação da Terra Indígena Yanomami, à qual viajou quase anualmente por mais de quarenta anos.

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